Arquivo mensais:junho 2014

Dicas para escolher o arquiteto

O primeiro sinal de que você precisa de um arquiteto vem com perguntas: “Quero construir uma casa, mas como é a casa que eu preciso?” ou “Como saberei qual a melhor decisão tomar?” e ainda “Quanto devo gastar?”; “Que tipo de imprevistos estou arriscado a ter?”; “Terei dinheiro para tudo isso?”. Quando tiver em mente as suas expectativas, contrate um arquiteto. Ele vai te ajudar a transformar isso em uma proposta, que é a base de qualquer projeto.

Para fazer a seleção, o ideal é conversar com conhecidos que já trabalharam com esse tipo de serviço ou contate arquitetos de obras com as quais você se identifica. Se ainda assim não tiver uma ideia, tente os sindicatos de seu estado e as associações de arquitetos e urbanistas.

Assim que tiver uma lista de prováveis candidatos, a primeira coisa que se deve fazer é checar se eles possuem registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo de seu estado. O CAU/BR possui uma ferramenta online para fazer essa verificação. Basta clicar na guia “Buscar profissional/empresa”. Lembre-se, só diploma não basta, somente arquitetos e urbanistas registrados no CAU podem exercer a profissão no país.

Arquitetos possuem portifólios para mostrar seu trabalho. Hoje em dia a maioria expõe seus projetos na internet. Leve isso em consideração na hora de avaliar quem tem o perfil mais próximo do que você precisa, mas não fique só na internet ou no papel. Visite, se possível, as obras dele e avalie sua qualidade.

Tudo que envolve intenção, projeto e planejamento precisa de um arquiteto desde o início. Quanto antes você envolvê-lo na sua obra, maior leque de atuação ele terá. O arquiteto é a pessoa mais indicada para representar os interesses do cliente, pois pode debater com os executores da construção quais são as melhores soluções possíveis e adequadas para cada caso.

Engenheiros e mestres de obras são ótimos profissionais para pensar o processo de construção, mas a função que ela irá exercer depois de pronta depende de uma visão global e crítica que passa pela habilidade específica dos arquitetos.

Como representante dos seus interesses, o arquiteto é o primeiro a ter preocupação com a qualidade final do resultado da obra e com a sua satisfação em relação a ela. Ele é a pessoa mais indicada para supervisionar todo o processo e garantir que tudo seja encaminhado conforme decidido no projeto.

Gastar dinheiro para economizar dinheiro é uma das melhores maneiras para otimizar seus recursos. “Arquitetura é um serviço de luxo” é apenas um mito muito propagado e por isso acaba se tornando uma falsa verdade. Construções não são apenas a obra, são também a manutenção futura que ela exigirá. Cada centavo gasto com os honorários do seu arquiteto retornam, seja em tempo economizado, melhor qualidade dos materiais ou a adequação da sua construção.

Projetos geralmente custam de 2% a 15% do valor total do empreendimento. Por outro lado, construir sem projeto e ter de construir de novo é uma dor de cabeça que pode multiplicar o valor da obra.

O CAU possui uma tabela  de honorários para nortear os valores para cada atividade envolvendo o trabalho dos arquitetos e urbanistas. Ao acessá-la você precisará se cadastrar. Os honorários podem ser pagos ao final de cada uma das fases do projeto e do empreendimento. Quando maior a complexidade, mais fases e mais reuniões de aprovação a obra demandará. Os preços dos serviços arquitetônicos podem variar muito, dependendo da experiência e especialidade do arquiteto, mas a tabela é muito útil para quem nunca contratou esse tipo de serviço poder negociar esses valores de maneira justa e transparente.

Fonte: Conselho de Arquitetura e Urbanismo

Cubas envolvidas por granito, mármore, corian e silestone

Trazendo mais das tendências na semana de Design de Milão de 2014, salas de banho com bancadas e cubas sofisticadas, transformam cada vez mais tais espaços em locais para relaxamento e contemplação. Afinal, com a correria do dia-a-dia, um momento banal como ir ao toalete já se tornou um instante de silêncio no meio da agitação.

Cubas são destaque nas salas de banho e devem aparecer logo que a porta se abre. Mais sofisticadas que as embutidas e as de sobrepor, aquelas feitas do mesmo acabamento da bancada – granito, mármore, corian e silestone – mostram-se suntuosas e trazem um visual mais uniforme, pois fazem o ralo desaparecer, já que têm o fundo inclinado por onde se escorre a água.

arina araujo feira de milao salao de milao 2014O acabamento branco do gabinete sobe até o limite da cuba, embutindo-a por completo.

arina araujo feira de milao salao de milao 2014
Bancada e gabinetes instalados de tal forma que se ganha superfície para apoiar objetos

Indo mais além, ao envolver bancada e cuba no mármore:arina araujo feira de milao salao de milao 2014“Combo” banheira e lavatório unidos: simplicidade ao máximo expoente traz sofisticação total

arina araujo feira de milao salao de milao 2014

Cubas sobrepostas redondas são aposta interessante ao se harmonizarem com linhas orgânicas dos sulcos da madeira, a seguir.arina araujo feira de milao salao de milao 2014Madeira de aspecto natural, trazendo rusticidade ao lavatório e armários deste banheiro